Out 30 2009

Zanettini Arquitetura e Panamericana Escola de Arte e Design abrem exposição A BOA ARQUITETURA DE UMA GERAÇÃO

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Mostra conta com 18 arquitetos brasileiros ícones no cenário mundial

Novos rumos, conceitos inovadores, quebra de paradigmas e acima de tudo uma arquitetura de excelente qualidade que busca inspirar a produção brasileira. Com linguagem poética, a exposição A BOA ARQUITETURA DE UMA GERAÇÃO chega com o objetivo de estimular a reflexão sobre a importância do trabalho desenvolvido por um grupo de 18 profissionais, são eles: Aflalo&Gasperini Arquitetos, Botti Rubin Arquitetos, Candido Malta Campos Filho, Carlos Bratke, Dácio Ottoni, Decio Tozzi, Eduardo de Almeida, João Filgueiras Lima – Lelé, João Walter Toscano, Joaquim Guedes – in memoriam, Paulo Bruna, Paulo de Mello Bastos, Paulo Mendes da Rocha, Reinaldo Pestana, Roberto Loeb, Ruy Ohtake, Sidonio Porto e Siegbert Zanettini.

“Aqui reunimos uma geração que conseguiu cumprir o importante desafio de realizar a boa arquitetura dos últimos 50 anos” diz Zanettini, arquiteto idealizador da exposição. O grupo traz profissionais renomados no cenário mundial, dedicados tanto à realização de seus projetos quanto à arte de transmitir conhecimento, um legado importante para sociedade brasileira.

“Essa é uma exposição que reúne trabalhos de arquitetos que, literalmente, pensaram e projetaram o país. Isso vai muito além do ato de construir edificações. Quem visitar a exposição poderá entender o processo de criação desses mestres da arquitetura. É uma mostra que usa a imagem para extrapolar o aspecto visual puro e técnico embutido em qualquer projeto”, afirma Alexander Lipszyc, diretor da Panamericana Escola de Arte e Design e curador do evento.

AFLALO & GASPERINI ARQUITETOS
Aflalo & Gasperini Arquitetos é a sucessora de Croce, Aflalo & Gasperini Arquitetos Ltda., que foi fundada em 1962 pela união dos escritórios Plinio Croce/Roberto Aflalo com o de Gian Carlo Gasperini. Após o falecimento do arquiteto Plinio Croce em 1984, e do arquiteto Roberto Aflalo em 1992, o escritório está sob a direção dos arquitetos Gian Carlo Gasperini, que conta com mais de trinta anos de atividade acadêmica na FAU-USP, Roberto Aflalo Filho, mestre em Desenho Urbano pela Universidade de Harvard e Luiz Felipe Aflalo Herman. É um escritório dedicado exclusivamente a projetos arquitetônicos e urbanísticos. Em 34 anos de atividade profissional elaborou mais de 700 projetos, a maior parte em território brasileiro, tendo também participado de projetos no exterior.

Descritivo do projeto
Edifício comercial em Brasília – Este projeto explora as possibilidades de implantação dentro do envelope edificável do plano diretor de Brasília, em um terreno com posição privilegiada, que captura uma ampla vista do Lago Paranoá e da Esplanada dos Ministérios. A solução arquitetônica está na angulação das fachadas internas que abrem vistas da cidade e quebram com o paralelismo entre os edifícios, transformando o espaço mais problemático do projeto em um dos mais interessantes. Esta premissa norteou todo o desenvolvimento do empreendimento, organizando as circulações, acessos, orientação das fachadas e distribuição dos programas. O uso de formas puras e ortogonais que caracterizam o conjunto construído, a liberação do pavimento térreo elevado em pilotis e o tratamento de fachada com elementos de sombreamento inserem o projeto na cidade respeitando e agregando valor contemporâneo à capital brasileira, ao mesmo tempo em que se destaca na paisagem com forte identidade visual e caráter único.

BOTTI RUBIN ARQUITETOS
O Escritório Botti Rubin Arquitetos foi criado em São Paulo pelos arquitetos Alberto Rubens Botti e Marc Rubin, ambos formados pela Faculdade de Arquitetura Mackenzie no final dos anos 50. Possui mais de 800 projetos desenvolvidos entre escritórios, shopping centers, instalações institucionais, museus, teatros, planos urbanísticos, entre outros. A sociedade dos dois profissionais provou ser duradora, talvez pelas diferenças de temperamento e interesses. Botti mais voltado para o planejamento urbano e para uma atuação política; Rubin na sua preocupação de temperar a intuição criativa com um raciocínio gerador de conceitos inovadores.

Descritivo do projeto
Edifício Landmark – Localizado na Avenida das Nações Unidas, em São Paulo, teve o projeto iniciado em 2005 e possui uma área construída de 58 mil metros quadrados. A empresa contratante é a Tishman Speyer Properties/Company. O empreendimento está localizado em terreno privilegiado, situado em frente ao Rio Pinheiros. O destaque do projeto, que possui altura reduzida em relação aos vizinhos, fica para o volume resultante do desenho da planta ovalada, que se destaca frente aos espigões do entorno.

CANDIDO MALTA CAMPOS FILHO
Reconhecido pela opinião pública como um dos mais importantes arquitetos e urbanistas brasileiros, Candido Malta Campos Filho é doutor em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP e pós-doutor pela University of California at Berkeley, UC BERKELEY, EUA. Possui uma vasta produção arquitetônica, desde projetos institucionais como o da Escola Técnica Federal de São Paulo, de 1969, até infra-estruturais como o Aeroporto de Florianópolis, do ano de 2004. Projetou residências especiais, como a Casaice para Maria Alice Franciosi. Desenvolveu inúmeros planos urbanísticos de bairros, com destaque para o de Perus, feito para a Prefeitura do Município de São Paulo, condomínios e parques, além de ter desenvolvido planos diretores para diversas cidades. Um Plano Urbanístico deve ser destacado, o do Eixo Tamanduateí para a Prefeitura do Município de Santo André que inovou com a proposta do tecido urbanístico dos prédios pontes.

Descritivo do projeto
Casatuba – é uma casa onde o chão sobe pelas espessas paredes e cobre o teto de alvenaria recoberto, por sua vez, de terras e plantas, produzindo um invólucro natural, porém regulável por suas aberturas conforme a variação do tempo, se fechando durante épocas frias e se abrindo para o calor. Esta residência possui, ainda, a característica mutante em sua estrutura interna, que pode separar ou integrar ambientes, o que resulta em uma obra aberta, conforme proposto por Umberto Eco, adaptando-se às variações climáticas e ao desejado “Clima Socioambiental” interior. O projeto foi desenvolvido entre 1976 e 1980.
CARLOS BRATKE
O Escritório Carlos Bratke foi fundado em 1968 e desde então vem desenvolvendo projetos em diversas áreas, desde residenciais até plantas industriais. Entre seus principais trabalhos está um complexo de instalações na Avenida Eng. Luís Carlos Berrini, em São Paulo, com 60 projetos construídos, e uma área aproximada total de 650.000 metros quadrados. Formado em 1967 pela Faculdade de Arquitetura Mackenzie, Bratke recebeu vários prêmios, entre os quais estão o Grande Prêmio III Bienal Internacional de São Paulo, em 1997, Prêmio Colar de Ouro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), em 1999, “Vitrúvio 99” de Arquitectura Latinoamericana do Museo Nacional de Buenos Aires, em 1999. Foi presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) no biênio 1992/1993, diretor do Museu da Casa Brasileira (MCB), gestão 1992/1995 e presidente da Fundação Bienal de São Paulo, gestão 1999/2002.

Descritivo do projeto
Brigadeiro 1 – O terreno de 900 metros quadrados situado na Av. Brigadeiro Luis Antonio, São Paulo, estava sujeito a restrições da SEHAB (Secretaria da Habitação), do COMPRESP (Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental de São Paulo) e do CONDEPHAT (Conselho de Desefa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico), que determinavam a implantação de um imóvel comercial, com construção sofisticada e muito bem equipado em suas instalações técnicas. O resultado é uma arquitetura inovadora com desenho de prisma em forma de L, além de uma cobertura curva que se estende do chão até a parte mais alta da construção. O edifício, com dois subsolos, dois andares e mezanino com estrutura parcialmente executada em concreto protendido e em aço, é vedado com fachadas de vidro atérmico e caixilhos do tipo Silicone Glasing. Interessante notar que o concreto protendido vence vãos de 12 metros quadrados.

DÁCIO OTTONI
Dácio Araújo Benedicto Ottoni formou-se em arquitetura pela FAU-USP em 1960 e tornou-se doutor em 1973 pela mesma instituição, onde atua também como professor. Sua carreira foi influenciada, primeiro, pelo próprio convívio familiar, já que seu pai era engenheiro civil construtor de ferrovias e seus irmãos estudavam arquitetura, depois como aluno e participando na organização de exposições e grupos de estudos sobre o pensamento e as obras produzidas por arquitetos marcantes, como Frank Lloyd Wright, Lúcio Costa e Mies van der Rohe. Ao longo de sua carreira trabalhou no escritório Horizonte Arquitetos, empresa que fundou com quatro amigos e foi diretor do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB). Em 1973 abriu seu próprio escritório: Ottoni Arquitetos Associados.

Descritivo do projeto
Edifício Nova São Paulo – Localiza-se na Granja Julieta, junto ao verde da Praça Embargador Ciro Freitas Vale, ponto de interligação entre duas avenidas arborizadas que atravessam a região de Santo Amaro. O edifício foi projetado na parte central de sua quadra, destinando todo o entorno a jardins e estacionamentos arborizados. Áreas verdes nas lajes de cobertura e jardineiras junto às fachadas foram implantadas para integração e continuidade visual com a paisagem da região. A incidência solar ao longo do dia foi avaliada para a colocação de proteções verticais, possibilitando uso agradável do seu interior, a vista aberta para o exterior e a redução de energia para uso de ar-condicionado e iluminação. O edifício foi projetado em 1980 pelos arquitetos Dácio Ottoni, David Ottoni e Ubaldo Carpigiani, ganhadores do concurso destinado à construção de sede da empresa Gessy Lever em São Paulo e atualmente é de propriedade da Brazil Realty.

DECIO TOZZI
Graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana  Mackenzie, Decio Tozzi foi professor da Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie e da Universidade de São Paulo. Foi premiado nas I, III, e V Bienais Internacionais de Arquitetura de São Paulo. Premiado também na V Bienal de Arquitetura de Buenos Aires (Concurso Internet) e na X Bienal de Arquitetura de Veneza (Celebration of Cities). Publicou e lançou o livro “Arquiteto Decio Tozzi” em 2005, na VI Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, onde teve Sala Especial, e recebeu o Prêmio Internacional de Arquitetura Sacra da Fondazione Frate Sole na cidade de Pavia, Itália, em 2008. Recentemente teve quatro obras incorporadas ao Acervo Permanente do Musée National  D’Art Moderne do Centre Pompidou de Paris.

Descritivo do projeto
Rua Comercial Oliveira Lima – No contexto do projeto global de revitalização da área central da cidade de Santo André, o eixo da Rua Oliveira Lima assumiu a prioridade e constituiu a primeira intervenção física desse processo de reurbanização. A solução adotada propõe implantar sobre a antiga estrutura física dessa rua um desenho que a transforme e crie um “shopping de rua”, conferindo à nova Oliveira Lima as mesmas condições de abrigo e conforto de um shopping tradicional. Além de integrá-la à vida urbana do setor central de Santo André. Entre as soluções adotadas, o projeto conta com uma cobertura transparente composta de estrutura espacial metálica curva e protegida por encaixilhamento de vidro laminado transparente. Esse novo shopping terá galerias superiores de lojas em ambos os lados. Nas interfaces com edifícios altos, a cobertura afasta-se até o eixo central, deixando o espaço livre para insolação e aeração. Os edifícios de três andares abrem suas janelas e varandas para a rua, integrando-se naturalmente ao novo espaço. O painel do piso com 500 metros de comprimento, bem como as peças escultóricas foram desenhadas pelo grande artista concretista Luiz Sacilloto.

EDUARDO DE ALMEIDA
Arquiteto formado pela FAU-USP em 1960, Eduardo de Almeida foi professor na área de Projeto na FAU de 1969 até 1998. É autor de projetos de usos variados, com grande destaque para as residências que projetou ao longo de 40 anos de atividade. Estão entre elas a casa Define, de 1978, a casa da encosta, de 1973, as casas gêmeas em abóbadas, de 1970 e a casa do arquiteto, de 1974. Nas últimas bienais de arquitetura, recebeu prêmios pela casa em Ubatuba (2001), casa sede da fazenda Água Comprida em Uberaba (1997), e foi homenageado com sala especial na Bienal de Arquitetura de 2005.

Descritivo do projeto
Residência familiar Eduardo de Almeida – A segunda casa que o arquiteto Eduardo de Almeida projetou para sua família data de 1974. Foi concebida como um grande volume fechado para a rua, com os espaços de permanência voltados para o fundo do terreno, que corresponde à face noroeste. A residência está organizada a partir de dois vazios: o pórtico da garagem, acessado por meio de uma ponte sobre a cozinha, e o pátio da rampa, que se abre no nível inferior para o jardim, abarcando a piscina. O bloco de concreto estrutural foi usado como modulação para a organização do espaço, tanto em planta como em corte. A estrutura modulada está contida nos blocos e incorporada a sua paginação.

JOÃO FILGUEIRAS LIMA (LELÉ)
João Filgueiras Lima, mais conhecido como Lelé, é o arquiteto responsável pelo conjunto de projetos da Rede Sarah Kubitscheck de hospitais em todo país. Formou-se na Universidade do Brasil (atual Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ), em 1955. Lelé foi pioneiro na construção de Brasília e um dos primeiros parceiros de Oscar Niemeyer no desenvolvimento dos estudos e propostas para a nova capital. Desde então, seu interesse profissional busca o aprimoramento de tecnologias da construção industrializada para obras de interesse social, tais como saneamento urbano, escolas, estações de transporte urbano, passarelas e hospitais. Sua obra caracteriza-se especialmente pela busca da racionalização do projeto, com o uso do aço, concreto armado e tecnologia de construções pré-fabricadas. Atualmente Lelé é o presidente do Instituto Brasileiro de Tecnologia do Habitat (IBTH), com sede em Salvador. Em 2003 recebeu o título de professor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia.

Descritivo do Projeto
Hospital Sarah Rio de Janeiro – A implantação da unidade do Rio de Janeiro se configura como uma etapa importante de expansão da Rede Sarah de Hospitais, estendendo também à região Sul-Sudeste serviços públicos de assistência médica com padrão de excelência reconhecido internacionalmente. O projeto começou a ser executado em 2002 e foi inaugurado em 2009.

JOÃO WALTER TOSCANO
Nascido em Itú, São Paulo, 1933, e formado em Arquitetura pela Universidade de São Paulo, em 1956. Professor Doutor do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da FAU-USP, Bolsista da ASTEF, França 1963/64 e da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal, 1971. Entre suas obras mais importantes constam: Plano Diretor do Município de Itú (1966), Diagnóstico Geral da Cidade de Itú /Programa de Ação Cultural (1984), Campus Universitário de Araraquara e Rio Claro, o Balneário de Águas da Prata (1972), a Estação Largo Treze de Maio, Estação de Metrô Pêssego, Centro de Ciências da USP, Praça do Monumento do Ipiranga, Terminal Princesa Isabel, Pátio Vila Sonia / Metrô e Edifício dos Laboratórios – USP, Ribeirão Preto. Suas obras foram premiadas na Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires, 1987,  e Bienal Mundial de Arquitetura de Sophia/Bulgária, 1987,  3ª. Bienal Internacional de Arquitetura / São Paulo, 1997, 4ª. Bienal Internacional de Arquitetura / São Paulo, 1999  e   IX Congresso Brasileiro de Arquitetos – São Paulo, 1976. Recebeu ainda os prêmios: Prêmio A.P.C.A. – Melhor Arquitetura de 1984; Prêmio Rino Levy – IAB-SP, 1974. Publicação no Dictionnaire de L’ Architecture du XX Siècle, Editions Hazan - Paris, 1997. Sua Obra pertence ao Acervo permanente do Museu de Arte Moderna do Centro Pompidou de Paris, 2009.

Descritivo do projeto
Estação Largo 13 de Maio – A escolha da área para a estação Largo 13 de Maio, na Zona Sul da cidade de São Paulo, se apóia na importância do eixo constituído pelo prolongamento da avenida Padre José Maria. A área do projeto compõe-se de uma faixa de terreno de 20 metros de largura, entre a ferrovia e a avenida marginal, ao longo do Rio Pinheiros. Além de absorver as funções a que se destinava, o projeto procurou manter a identidade da estação através de uma solução arquitetônica que exprime claramente a organização espacial, o sistema estrutural e o tratamento particular de cada um dos elementos. O resultado é um conjunto compacto e articulado de volumes: a gare, a torre e a passarela. A primeira se assenta sobre a linha férrea, seguindo o desenho da avenida marginal. A torre do relógio, elemento vertical que marca o edifício, é importante ponto de referência visual e resgata características tradicionais de estações de trem. Já a passarela encaixa-se no sentido perpendicular e acompanha o traçado da Avenida Padre José Maria, fazendo a travessia da via marginal e definindo o único acesso à estação.

JOAQUIM GUEDES - in memoriam
Formado arquiteto pela FAU-USP em 1954, Joaquim Guedes obteve em 1972, o título de doutor e em 1980 defendeu sua tese de livre-docência, ambos na mesma instituição. Possui uma extensa obra que inclui aproximadamente 500 projetos, desde pequenas casas até planos urbanísticos, tendo feito ainda, desenhos de objetos e jóias. De sua produção, podemos destacar a residência adquirida pelo então casal Eduardo e Marta Suplicy, e a casa criada para Valdo Perseu. Guedes projetou a Igreja da Vila Madalena e fez a reforma do Tuca – PUC-SP. Durante o ciclo da mineração, na década de 70, planejou as cidades de Carajás (PA), Marabá (PA), Barcarena (PA) e Caraíba (BA), nesta última teve a oportunidade de desenhar e detalhar todos os seus edifícios. Foi professor na Escola de Arquitetura de Estrasburgo, na França, e recebeu diversos prêmios no Brasil e no exterior, sendo um deles, em 2003, a Comenda Colar de Ouro do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), instituição da qual também foi presidente do departamento estadual, em São Paulo.

Descritivo do projeto
Residência Mariani – Tijolo como material para construção, vedação, piso e revestimento da estrutura de concreto, utilizado na forma aparente com junta raspada. A cobertura em plano único, feita em telha ondulada de fibrocimento com caimento em sentido transversal ao do terreno, define os volumes dos ambientes e da casa. O resultado é uma sala com pé direito alto e uma grande abertura envidraçada voltada para face nordeste, que captura o sol da manhã e do inverno. O uso de madeira convencional nos caixilhos e forros complementa o conjunto de elementos que caracterizam a busca pela simplicidade formal.

PAULO BRUNA
Paulo Bruna graduou-se em arquitetura em 1963, ano em que se tornou professor da FAU-USP. Doutorou-se em 1973 e fez pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT) em 1985. Em 1999 obteve a livre docência com a tese “Os Primeiros Arquitetos Modernos. Habitação Social no Brasil 1930 – 1950”. Entre os anos de 1972 e 1991 foi sócio-diretor do escritório Rino Levi Arquitetos Associados, de 1979 a 1983 foi diretor de planejamento da Empresa Municipal de Urbanização de São Paulo (Emurb). Já o Escritório Paulo Bruna Arquitetos Associados foi criado em 1992, em parceria com o arquiteto Roberto Cerqueira Cesar. Paulo Bruna possui inúmeros clientes dentre os quais alguns industriais como Unilever, BDF Nívea, St. Jude Medical, Braskem, Kimberly Clark e etc. Também é dele o projeto do novo Teatro Cultura Artística, com previsão de inauguração em 2012.

Descritivo do projeto
Ática Shopping Cultural – Com o objetivo de desmistificar o conceito elitista de cultura e leitura no Brasil, esta mega-livraria foi projetada para criar um local agradável ao encontro e permanência de pessoas. Situada entre a principal universidade do país e um bairro reconhecido por sua vida cultural e boemia (Vila Madalena), com amplo acesso pela Rua Pedroso de Morais e distante poucas quadras da estação Faria Lima, sua localização foi fruto de um estudo acurado. O edifício com sete pavimentos e uma área construída de 7.643.00 metros quadrados, abre-se para a Praça do Omaguás, que foi restaurada e incorporada visualmente ao empreendimento. O primeiro subsolo foi feito para a música, com CDs e DVDs. O térreo é parcialmente ocupado por um café com acesso tanto pela rua quanto pela área interna, um ambiente que traz livros de maior interesse, jornais guias e revistas. O primeiro e o segundo andar destinam-se aos livros. No terceiro estão os escritórios e uma área para exposições, shows e lançamentos de publicações. O projeto tem estrutura de Jorge Zaven Kurkdjian, instalações da MHA Engenharia e foi executado entre os anos de 1995 e 1997.

PAULO DE MELLO BASTOS
Paulo de Mello Bastos é autor de inúmeros projetos que são ícones da arquitetura paulistana, como o Clube Paineiras do Morumby e o Comando Militar do Sudeste, no Ibirapuera. Formado pela FAU-USP, é sócio proprietário do escritório Arquiteto Paulo Bastos e Associados Ltda. Um de seus trabalhos de grande repercussão nacional foi o restauro da Catedral da Sé, em 2002. Em 2001 elaborou o Plano Urbanístico que serviu de base para Lei que instituiu a Operação Urbana Água Espraiada.  Recentemente desenvolveu o Projeto Básico para execução das obras a serem licitadas pela Prefeitura de São Paulo, no Setor Jabaquara da Operação, com a  criação, na superfície, de um parque linear com 4,5 km de extensão, associado a  túnel que promoverá a ligação subterrânea entre a Avenida Roberto Marinho e a Rodovia dos Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo.

Descritivo do Projeto
Biblioteca Pública do Rio de Janeiro – O croqui apresentado fez parte do material do Concurso Nacional de Arquitetura para o projeto da Biblioteca Pública do Rio de Janeiro, lançado em 1984. O terreno situa-se de frente para Av. Presidente Vargas, ao lado do Campo de Santana, comunicando-se também com o “SAARA”, espécie de Rua 25 de Março dos comerciantes do Rio, caracterizada por edifícios assobradados do final do século XIX e início do XX. A solução apresentada levou em especial consideração a situação do terreno em relação ao contexto de seu entorno: uma grande avenida na frente, uma praça de porte, vizinha, bem como um espaço não desprezível de comunicação com a rua de comércio definido, de um lado pelos casarões e, de outro, por uma antiga, pequena e requintada igreja. Para tanto, foi proposta a implantação de um bloco longitudinal alongado no sentido da avenida, sobre pilotis, com vigas e fachada superiores cegas, afastadas dos pisos úteis, de modo a permitir a luminosidade apropriada e a tranquilidade interna desejável em ambientes de pesquisa e leitura. A partir do SAARA, foi projetada uma laje/marquise, para abrigar jornaleiro, sebo, gibiteca, literatura de cordel e discos, como forma de conduzir de modo natural os usuários dessa rua – de classes mais modestas – até o interior da biblioteca, quebrando o temor que, normalmente um edifício deste tipo neles inspira.

PAULO MENDES DA ROCHA
Nasceu em Vitória, no Espírito Santo, em 1928, e formou-se na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, em São Paulo, em 1954. Convidado por Vilanova Artigas passou a lecionar na FAU-USP a partir de 1959, tendo se tornado professor titular nessa escola em 1998. Com várias obras vencedoras em concursos públicos, Paulo Mendes da Rocha é autor do projeto do Pavilhão Oficial do Brasil na Expo 70, em Osaka, no Japão; esteve entre os finalistas premiados no concurso para o anteprojeto do Centro Cultural Georges Pompidou, em Paris (1971); projetou a reforma da Pinacoteca do Estado de São Paulo que lhe valeu o “Prêmio Mies van der Rohe de Arquitectura Latino-Americana”, em Barcelona (2000) e recebeu o “Pritzker Architecture Prize 2006”, o mais importante da arquitetura mundial.

Descritivo do projeto
Estádio Serra Dourada – O projeto localizado em Goiânia, concluído em 1973, diferencia-se radicalmente dos conjuntos esportivos em geral – pensados como sólidos fechados – ao ser concebido como espaço permeável à cidade, abrindo-se para a ocorrência programada ou inesperada de outros eventos. Combinou-se a criação de um vestíbulo suspenso com a abertura do espaço do estádio no eixo maior para a paisagem externa, permitindo uma flexibilidade de uso, acessível a espetáculos teatrais, escolas de samba, entre outras programações.

REINALDO PESTANA
Reinaldo Pestana é autor de grandes projetos de condomínios horizontais e verticais, dentre eles o bairro de Alphaville, em Barueri (SP) e o Ilhas do Sul na cidade de São Paulo, ambos precursores deste tipo de empreendimento e resultantes de uma parceria com a Construtora Albuquerque Takaoka. O residencial Alphaville foi desenvolvido junto com o arquiteto José de Almeida Pinto, seu sócio no escritório Proplanco – Projetos, Planejamento e Consultoria que existiu de 1972 a 1999. Formado pela FAU-USP em 1959, o arquiteto é hoje o diretor do Escritório Reinaldo Pestana Arquitetura e Urbanismo, fundado em 1999, e que conta também com a sócia Kátia Bomfim Pestana para o desenvolvimento de projetos de arquitetura, paisagismo, planejamento urbano e consultoria imobiliária.

Descritivo do Projeto
Alphaville Burle Marx – A concepção urbanística do projeto teve como premissa básica a preservação da vegetação e dos cursos d’água, respeitando a topografia da área. O resultado foi uma implantação que nasceu em função da ocupação dos espaços livres e consequentemente determinou a criação do primeiro Parque Municipal no Estado de São Paulo. Um projeto que cumpriu o compromisso com o meio ambiente e, ao mesmo tempo, ofereceu um grande diferencial aos moradores: o conforto de conciliar facilidades comerciais, moradia e lazer em áreas muito próximas.

ROBERTO LOEB
Roberto Loeb é formado em 1965 na Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie, sendo mais tarde professor de projetos nesta mesma instituição. Ao lado de Luis Capote, lidera o Escritório Roberto Loeb e Associados que atua na concepção, desenvolvimento e implantação de projetos de complexidade programática e tecnológica, atuando em diversos segmentos. Entre seus trabalhos realizados, podemos destacar o Novo Espaço Natura, localizado em Cajamar (SP), realizado em 2001; o Santander Cultural, de  Porto Alegre (RS), construído em 2001; o Centro de Cultura Judaica, em São Paulo, concluído em 2003, a sede da Cocamar, cooperativa agrícola de Maringá (PR) e o Centro de Distribuição da Avon em Cabreuva (SP) ambos em construção.

Descritivo do projeto
Centro de Pesquisas e Tecnologia Mahle / Metal Leve – Localizado no interior de São Paulo, em uma área de reserva florestal, o projeto foi construído em total integração com a paisagem verde dos 125 mil metros quadrados de seu terreno. Ocupando apenas 18 mil metros quadrados, a construção é formada por três blocos de anéis semicirculares que acompanham o desenho topográfico original da área. Uma única escada foi utilizada como solução para unir as três edificações que contam com iluminação natural e oferecem transparência visual, devido ao uso de muito vidro, materiais leves como o metal, cores claras e concreto pré-moldado em sua estrutura. A tecnologia nesta serra coberta de verde se aliou à natureza num esforço funcional que não descartou preocupações estéticas. Visto da estrada, o complexo da Mahle desponta com leveza, como uma grande mancha branca e transparente, uma presença que destoa com graça do verde circundante e se estrutura sem violência sobre as elevações do local.

RUY OHTAKE
O arquiteto Ruy Ohtake começou sua produção em 1960, no mesmo ano em que se formou pela FAU-USP. Desde então, seu escritório tem tido uma produção intensa, contando com obras em todo o território nacional e no exterior. Entre seus principais projetos desenvolvidos até hoje estão o Parque Ecológico do Tietê, de 1975; o São Paulo Renaissance Hotel, de 1993; o Edifício Maison de Mouette, de 1988 e o Hotel Unique, de 1998. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, ganhou diversos prêmios, quatro deles por uma única obra, o Hotel Unique na cidade de São Paulo, considerado pela mais importante revista de turismo do mundo, a Condè Nast Traveler, em artigo do crítico Paul Goldberger, como uma das “Sete maravilhas do mundo no início do século”.

Descritivo do projeto
Instituto Tomie Ohtake – Erguido na mais importante cidade da América Latina, São Paulo, o Instituto Tomie Ohtake tem como proposta apresentar as novas tendências da arte nacional e internacional, além daquelas que são referências nos últimos 50 anos, coincidindo com o período de trabalho da artista plástica que dá nome ao espaço, Tomie Ohtake. Conta com 7.500 metros quadrados para exposições de artes plásticas, arquitetura e design, salas específicas para ateliês, seminários e documentação, restaurante, livraria e loja de objeto e mais 6.500 metros quadrados, ainda em construção, para dois teatros e um cinema que contemplarão música, artes cênicas e audiovisual. Inaugurado em novembro de 2001, está instalado em um complexo empresarial com dois prédios de escritórios, um centro de convenções, interligados por um grande hall. O avançado empreendimento, construído pelo Grupo Aché com recursos integralmente privados, reflete uma concepção contemporânea de cidade, onde cultura trabalho e lazer estão integrados.

SIDONIO PORTO
Sidonio Porto nasceu em Minas Gerais, em 1940. Formou-se arquiteto pela Faculdade de Arquitetura da UFMG em 1964. Exerceu atividade docente na FAU/UFMG e na Panamericana Escola de Arte e Design, em São Paulo. Foi Diretor do IAB/MG e Diretor e Conselheiro da AsBEA/SP. Exerce atividade profissional de arquiteto em São Paulo desde 1965, onde fundou escritório próprio a partir de 1976. Executou projetos de conjuntos industriais, shopping centers, centros administrativos, residências, hotéis e clubes, entre outros, em vários estados do Brasil e no exterior. Dentre os diversos prêmios recebidos, destaca-se o Prêmio Rino Levi 2002 IAB SP – Instituto dos Arquitetos do Brasil, com a obra Ipel Fábrica de Pincéis e Embalagens. Participou das Bienais Internacionais de Arquitetura de São Paulo, tendo sido homenageado com sala especial na edição de 2003. Em comemoração aos 40 anos de seu exercício profissional, a Pro Livros está elaborando o livro Sidonio Porto, Um Intérprete de seu Tempo.

Descritivo do projeto
Fábrica IPEL – Situa-se em um Condomínio Industrial em Cajamar, interior de São Paulo. É uma indústria de embalagens e pincéis para produtos de beleza e maquiagem.  O respeito dedicado ao meio ambiente foi um dos pontos fundamentais na concepção do projeto, além da procura por um espaço adequado às atividades específicas de produção. O resultado é uma construção em total integração com o entorno, tratado paisagisticamente, que oferece espaços de trabalho agradáveis e estimulantes. Houve, ainda, a preocupação de unir o máximo de flexibilidade, condições para expansão futura e custos compatíveis. Do ponto de vista construtivo se destaca um mix de estrutura metálica para coberturas em Shed com vedações em painéis pré-moldados de concreto. Os vidros são laminados na cor verde e os caixilhos em alumínio pintado de branco.

SIEGBERT ZANETTINI
Siegbert Zanettini é formado pela FAU-USP em 1959. Estar além de seu tempo, com marcante visão humanista, é característica sempre presente em sua arquitetura transformadora. Mais do que projetos, trabalhando sobre conceitos, foi pioneiro, e continua sendo, no desenvolvimento de novas tecnologias e sistemas construtivos com estruturas de aço, madeira, concreto e alvenaria armada na construção civil. O profissional e professor Zanettini completa este ano 50 anos de arquitetura. Sua obra inclui mais de 1.200 projetos realizados em mais de cinco milhões de metros quadrados, além de quatro décadas de vida dedicadas ao conhecimento acadêmico. Entre os destaques de seu extenso portfolio estão a ampliação do CENPES – Centro de Pesquisas da Petrobras no Rio de Janeiro, em co-autoria com José Wagner Garcia, a Panamericana Escola de Arte e Design, o Hospital São Luiz – Anália Franco e a própria sede da Zanettini Arquitetura.

Descritivo do projeto
O Sonho – O croqui apresentado é parte do projeto que está sendo desenvolvido pelo arquiteto Zanettini para o Centro de Pesquisa e de Educação Ambiental do Instituto Inhotim, em Brumadinho, MG. Esta experiência única reúne, ainda, no mesmo lugar, o paisagismo de Burle Marx e seus seguidores, as instalações de Cildo Meireles, Adriana Varejão, Tunga, Hélio Oiticica, Neville D’Almeida, Dan Graham, Larry Clark, Laura Lima, Paul McCarthy, Steve McQueen e tantos outros, com as mais variadas e surpreendentes manifestações artísticas. “Concretizo meu sonho ao juntar-me com essa plêiade de artistas, agregando meus conhecimentos à produção científica de biólogos, botânicos, fisiólogos, climatólogos, geólogos, agrônomos e de educadores ambientais que ampliam ainda mais as dimensões cultural, holística e sistêmica, integrando o conhecimento científico ao mundo das idéias e da criação” comenta Zanettini sobre o projeto. E ainda completa: “A eles viemos nos reunir fazendo arquitetura com tecnologia, ecoeficiência e sustentabilidade com invenção, magia e encantamento na busca de mais um sonho”.

SERVIÇO:
A BOA ARQUITETURA DE UMA GERAÇÃO
Período da exposição: 26/10/09 a 13/11/09
Local: Panamericana Escola de Arte e Design
Endereço: Rua Groenlândia, 77 – Jd. Paulista
Horário: Segunda a Sexta-feira das 09h00 às 21h00 / Sábados das 09h00 às 13h00.
Aberta ao público
Entrada gratuita


Out 30 2009

RESTAURANTE POBRE JUAN ABRE SUAS PORTAS NO SHOPPING CIDADE JARDIM

Tag: Noticiasadmin @ 7:55 am

São Paulo acaba de ganhar um espaço que oferece a melhor vista de um dos mais bonitos cartões-postais da cidade, a Ponte Estaiada. O restaurante Pobre Juan abre sua terceira casa agora no shopping Cidade Jardim, trazendo o melhor da gastronomia argentina - com seus cortes especiais de carne usando a autêntica parrilla -, em ambiente de decoração rústica e sofisticada, com programação artística diversificada, marcas registradas das outras duas unidades em Higienópolis e na Vila Olímpia.

Além da vista privilegiada, o grande destaque do Pobre Juan Cidade Jardim fica por conta das novidades na decoração. Com projeto de Walter Gola, as garrafas da adega ficam espetadas em troncos de acapu envoltos por um cubo de vidro, dando a impressão de uma árvore de espinhos de vinho. Ali são armazenados mais de 150 rótulos argentinos, chilenos, portugueses, franceses e espanhóis. O famoso ofurô com gelo - que mantém as cervejas nacionais e importadas à temperatura ideal – aparece um pouco reformulado com aço inox e naval, mas mantendo a tradição: posicionado ao lado do bar, as garrafas são içadas num ritual divertido. E por fim, uma parte externa com mesas que acomodam 30 pessoas, lugares que prometem ser disputados.

A parrilla portenha continua a vista do cliente para que acompanhe todo o processo de preparo dos melhores cortes de carne argentinos, uruguaios e nacionais, especialidade da casa. O cardápio, montado pela chef de cozinha Karyna Muniz e pelo chef parrillero Ariel Suarez, será mantido, mas sempre com lançamentos de cortes especiais. Vale destacar também os caprichados acompanhamentos e as sobremesas preparadas com doce de leite Havanna, exclusividade do restaurante. Outra novidade é o Salad Bar para o almoço executivo de 2ª a 6ª feira, somente disponível no Pobre Juan Cidade Jardim.

Idealizado por um grupo de sócios, o Pobre Juan vem crescendo devido a alguns fatores primordiais: culinária autêntica, ambiente planejado e clima envolvente que encanta os freqüentadores. Em apenas 5 anos, o grupo abre sua 3ª casa com a promessa de fazer tanto sucesso quanto a matriz na Vila Olímpia e a filial de Higienópolis.

“Um dos fatores que levaram a escolha deste shopping foi a possibilidade de integrar o projeto com paisagismo e espaços ao ar livre, o que preservamos em nossos restaurantes. Estamos em um lugar com requinte que ainda tende muito a crescer, assim como a fase que vivemos”, completa Milton Turolla Jr, um dos proprietários do Pobre Juan. “Além de tudo isso, contamos com uma maravilhosa vista da Ponte Estaiada, o mais novo cartão-postal de São Paulo”, finaliza Luiz Marsaioli, também sócio do restaurante.

Pobre Juan – Shopping Cidade Jardim – Av. Magalhães de Castro, nº 12.000 – 3º piso (Piso Jardim). SP - Capacidade: 178 pessoas. Horário: Seg a Sab das 10h às 23h e dom das 12h às 22h. Cc: American Express, Visa, Dinners e Credicard; Cd: Visa Electron e RedeShop; Aceita cheque; ar-condicionado, conexão Wi-fi gratuita. www.pobrejuan.com.br - www.twitter.com/pobrejuan


Out 30 2009

Reserva Pessoal oferece diversas sugestões de presentes para o Natal

Tag: Noticiasadmin @ 7:34 am

A Reserva Pessoal, grife do arquiteto Paulo Gazola, oferece objetos decorativos importados e nacionais e utensílios domésticos para presentear amigos e familiares neste Natal.

Entre os objetos decorativos, destacam-se:

- Vaso Solitário de vidro transparente - disponível em dois modelos: com 5 pontas (R$ 114,80) e com 7 pontas (R$ 167,70);

- Vaso Vermelho de vidro - disponível nos tamanhos pequeno (R$ 59,60) e grande (R$ 87,60);

- Porta-bijuteria de madeira pintada de preto, possui três gavetas e detalhes de cipó (R$ 59,00);

- Porta-incenso de madeira pintada de preto, com detalhe de cipó para apoiar o incenso quando aceso (R$ 39,00);

- Estátua de Anjo de porcelana francesa na cor branca (R$ 680,00).

Já entre os utensílios de cozinha, destacam-se:

- Linha de vidro lapidado, composta por Bowl (R$ 47,60), Moringa (R$ 83,80), Porta-bolo (R$ 261,00), Porta-manteiga (R$ 105,70), Porta-queijo (R$ 119,00) e Donzelas disponíveis nos tamanhos: grande (R$ 77,80) e pequeno (R$ 73,90);

- Conjunto de Queijo, importado de Nova York (EUA), composto por duas facas - uma para queijo duro e outra para queijo cremoso - ambas feitas de osso (R$ 119,00);

- Quebra-nozes de madeira, importado de Paris (França). Disponível em duas cores: preto e vermelho (R$ 178,00 a unidade);

- Conjunto de Pipocas composto por quatro bowls de porcelana coloridos (R$ 137,00);

- Caixa de Chá Indiana de madeira entalhada (R$ 79,00).

A Reserva Pessoal também confecciona arranjos como flores artificiais e naturais, com diferentes estilos, multicoloridos e sofisticados para presentear ou decorar ambientes. Além disso, há produtos para a decoração natalina.

Rua das Margaridas, 147 – Brooklin
Tel.: (11) 5041-9747
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h e aos sábados, das 10 às 15h
Cartões de crédito: Visa, MasterCard, Diners e American Express
Cartão de débito: Visa Electron e RedeShop
Estacionamento gratuito no local

www.reservapessoal.com.br


Out 30 2009

Madeira de demolição é destaque entre os novos padrões do Durafloor

Tag: Noticiasadmin @ 7:02 am

A Duratex está  lançando quatro novos padrões para o seu piso Durafloor. Os madeirados, tendência que ganha cada vez mais força na decoração de interiores, são destaque tanto na linha Studio como na Home. Entre as novidades, está o Carvalho Lion. Da linha Studio, remete às madeiras de demolição e se caracteriza pelas marcas de madeira rachada e os nós aparentes.

Outro lançamento é o Durafloor Studio Carvalho Dover, que lembra madeiras lavadas e se destaca pelo moderno bege acinzentado. Há também o Nogueira Marbela, padrão rico em contrastes com nuances douradas.
Para o Durafloor Home, linha especialmente desenvolvida para ser especificada em ambientes residenciais, a novidade é o Pecan Cairo, padrão que segue a tendência das madeiras frutíferas.

Ecologicamente corretos, os pisos Durafloor são fabricados com madeira certificada pelo FSC e contam com o Selo Sustentax. São os únicos pisos laminados do mercado com a proteção antibacteriana Microban, que inibe a proliferação de fungos e bactérias e contribui para a saúde pela não formação de camada biológica.

A manutenção e a limpeza do Durafloor são bem fáceis. Basta um pano úmido.
Ficha Técnica:

Produto:  Durafloor

Indústria:   Duratex

Lançamentos:

Linha STUDIO: Sistema de encaixe click, que dispensa o uso de cola, com vinco, textura madeirada leve, espessura 8 mm, largura 187 mm e comprimento 1200 mm. Para uso residencial e comercial, se de tráfego leve.
Linha HOME: Sistema de encaixe com cola, espessura 7 mm, largura 190 mm e comprimento 1200 mm. Somente para uso residencial.
Resistência:  queimas de cigarros e riscos. Águas e bebidas precisam ser secas imediatamente.

Informações:    www.durafloor.com.br / 0800 770 3872 / 0800 770 DURA


Out 30 2009

UM LUXO SÓ: DOKA OFERECE BANHEIRAS VITORIANAS COM PINTURA EXTERNA CUSTOMIZADA

Tag: Noticiasadmin @ 6:53 am

O que é lindo, fica esplendido. As banheiras em estilo vitoriano da Doka, que são famosas nos Estados Unidos e Europa, por reproduzir fielmente as peças do início do século 19, contam com a opção de customização de pintura externa na cor que o cliente preferir conforme seu projeto de decoração.

A empresa brasileira, que já faz sucesso absoluto lá fora, agora vem atendendo também os brasileiros que já descobriram a beleza, o charme e o luxo de se ter uma banheira em estilo provençal valorizando ainda mais projeto de banheiros que contam com o requinte e bom gosto como palavras-chave.

Mas além da beleza, as banheiras Dokas traduzem bem-estar e relaxamento, transformando o banho em um momento único.

Os detalhes como os pés em acabamentos e design clássicos, misturadores, suportes de cortina e diversos outros complementos e acessórios que a Doka oferece, dão a possibilidade de se projetar banheiros com diferenciais e riqueza de detalhes que com certeza arrancam suspiros de qualquer um.

As cores que podem ser aplicadas na parte externa das Banheiras Doka são infinitas. A Doka possui um atendimento exclusivo para arquitetos, decoradores, designers de interiores e pessoas em geral, que podem solicitar a cor escolhida conforme seu gosto ou projeto.

Misturadores

A Doka oferece para complementar suas banheiras Victoria ou Classic, modelos de misturadores de borda ou parede, com ducha manual, tubos de suprimento e registros para água quente e fria. A alavanca central faz a função de desviador e os detalhes em porcelana dão ao produto o toque final original das peças em estilo provençal.


Out 30 2009

RESERVA FLORAL APONTA AS TENDÊNCIAS E DÁ DICAS DE ARRANJOS PARA A DECORAÇÃO DE NATAL E REVEILLON

Tag: Noticiasadmin @ 6:49 am

Reserva Floral aponta as tendências e dá dicas de arranjos para a decoração de Natal e Reveillon

Mais um ano chega ao fim, é tempo de celebrar e festejar. Nessas horas, muitas são as dúvidas do que usar na decoração de Natal e Reveillon. Uma dica que nunca sai de moda são as flores, sempre uma ótima opção para deixar ambientes mais enfeitados e aconchegantes. As profissionais da Reserva Floral foram buscar na Europa as mais novas tendências em flores e dão as dicas do que vai ser usado nesta temporada. Como em diversos segmentos, o design floral não fica de fora e vem este ano ligado às preocupações ambientais, à sustentabilidade e elementos da natureza, trazendo para as festas de fim de ano produtos ecologicamente corretos e utilização de materiais naturais. A dica é reciclar!

Apostando nisso, a Reserva Floral desenvolveu uma proposta de Natal norteada pelos princípios de utilização de materiais como casca, areia, sementes, frutos, recipientes recicláveis, vidros, parafina, cerâmicas, aliados às flores de corte. Segundo a proprietária da Reserva Floral, Carla Toledo, para esta coleção o tema escolhido foi “Natal Natural”. “Esta idéia nasce a partir da fusão entre a criatividade, o olhar moderno e a disponibilidade de material orgânico que a natureza nos oferece. Desta forma, todos os arranjos tornam-se únicos, pois a natureza é assim, não há repetição. Cada casca, por exemplo, tem uma forma, uma cor ou uma textura singular”, explica.

Vale a criatividade e a originalidade na hora de montar a decoração e os arranjos. Praticamente tudo que a natureza oferece pode ser reciclado e utilizado na hora de preparar a decoração de uma linda ceia de Natal ou qualquer evento de final de ano. Carla afirma que a tendência é investir em algo único e pessoal, dando atenção para a personalização de arranjos e espaços.

Fazendo uma releitura das quatro tendências (ar, doce, conforto e obsessão) apontadas numas das maiores feiras internacionais do setor de decoração natalina, a Christmasworld, as designers floral criaram arranjos inspirados nos quatro elementos da natureza que são essenciais à vida: Ar, Água, Terra e Fogo.

Arranjos que indicam leveza, transparência, delicadeza e modernidade são expressões do tema “Ar”. Já espontaneidade, alegria e frescor se encaixam perfeitamente ao tema “Água”, que vêm em composições ligadas à praia, uma ótima dica para o Ano Novo. Para “Terra”, a aposta fica por conta do contraste entre o tradicional e o moderno, com o uso de bases de design diferenciado e elementos orgânicos, como vimes, cascas e flores de cores terrosas. Arranjos elegantes, femininos, luxuosos e com cores quentes expressam o tema “Fogo”.

Quanto às cores, a sugestão é a tradicional cor vermelha, que não pode faltar em nenhuma decoração natalina. Os tons marrons e terrosos também vêm com tudo. Já para o Ano Novo, a Reserva Floral aposta no azul, no branco e nos tons pastéis. Para as flores, a dica é usar antúrios, rosas, cravos, lírios, orquídeas, hipéricos, hortênsias e delfinos, além, é claro, das poinsétias, também conhecidas como bico-de-papagaio e bastante tradicionais no Natal. “Um visual natural é muito importante para o design floral neste Natal e Reveillon. Isso é combinado com um toque casual e criativo de cada um”, diz Carla Toledo.

Descrição dos arranjos:

Arranjo Natal Natural:
Composição floral elaborada em cachos de frutos secos, sobre sousplat de folhas de hera natural. Acabamento com frutas e elementos natalinos.

    Cachos de frutos secos
    Rosas carolas
    Hipéricos
    Coroas de Cristo
    Folhas naturais de hera

Arranjo Água:
Alegre composição floral em tom azul combinada com areia, estrelas do mar e conchas.

    Delfinos
    Hortênsias
    Areia de praia, estrelas do mar e conchas.

Arranjo Terra:
Composição floral em tons terrosos elaborada em base de vidro e alumínio.

    Boca-de-leão
    Antúrio chocolate
    Hipérico café
    Photinea

Arranjo Ar:
Sofisticada composição com flores brancas, em base de vidro, arames, gelo acrílico e tubetes. Acabamento com velas e elementos decorativos.

    Orquídea Phalaenopsis
    Melindre
    Musgo

Arranjo Fogo:
Composição floral luxuosa, com flores nobres em tom vermelho, em trio de bases de cristal.

    Rosa carola
    Lírio
    Cravo
    Callas vinho

Serviço:

http://www.reservafloral.com.br/home/


Out 30 2009

MUDANÇAS NA LEI DO INQUILINATO SÃO BEM-RECEBIDAS PELO SETOR IMOBILIÁRIOMUDANÇAS NA LEI DO INQUILINATO SÃO BEM-RECEBIDAS PELO SETOR IMOBILIÁRIO

Tag: Noticiasadmin @ 6:48 am

Secovi-SP avalia que oferta de imóveis para locação tende a aumentar com aprovação de projeto de lei

Projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (28/10) pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, projeto de autoria do deputado José Carlos Araújo, abre caminho para uma nova Lei do Inquilinato, mais moderna que a atual.

O novo texto, que agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi muito bem recebido pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação). “Boa lei é aquela que realmente atende à demanda da sociedade e regula coerentemente a ordem, a paz e o desenvolvimento, não apenas o econômico”, analisa Jaques Bushatsky, diretor de Legislação do Inquilinato do Sindicato. “Interessa à sociedade esse aprimoramento da lei, verdadeiro presente para ela, que está completando 18 anos.” Segundo Bushatsky, essa atualização vem ao encontro da necessidade das pessoas e também da atual compreensão da jurisprudência.

De modo geral, avalia o diretor do Secovi-SP, as alterações tentem a incrementar a oferta de imóveis para locação no mercado, visto que alguns pontos que desestimulavam os proprietários a alugarem suas unidades serão eliminados após a sanção presidencial. Entre as principais mudanças, está a obrigatoriedade de o inquilino quitar a dívida com o dono do imóvel ou a imobiliária em 15 dias, a partir do recebimento da notificação de despejo. “Hoje em dia o processo é muito mais moroso. É normal em São Paulo uma simples ação de despejo por falta de pagamento demorar até um ano para ser concluída.”

Pela nova legislação, um mandado único de despejo será suficiente para que o inquilino devedor saia do imóvel. Atualmente são necessários dois mandados e duas diligências até que o locatário inadimplente seja despejado.

Outro avanço do texto aprovado é que ele prevê a possibilidade de mudança de fiador, o que não existe na atual Lei do Inquilinato.


Out 30 2009

SANTOS BRASIL INAUGURA FÁBRICA PRÓPRIA DE BLOCOS PARA OBRA NO CONVICON

Tag: Noticiasadmin @ 6:46 am

Empresa vai utilizar lama de bauxita em parte da produção, rejeito que torna o produto sustentável. A iniciativa vai representar uma economia de 77%.

Com o objetivo de imprimir mais agilidade às obras de expansão do Convicon, terminal de contêineres de Vila do Conde, (PA), operado pela Santos Brasil, decidiu instalar uma fábrica de blocos intertravados em suas instalações, para pavimentação de uma área de expansão de 35 mil metros quadrados.

Com a produção própria do material de pavimentação, a companhia terá um melhor planejamento da obra, e uma economia de 77% em relação à forma tradicional. A fabricação se dará por meio de uma pequena unidade produtora, que deve ser inaugurada em 45 dias, e que está sendo construída pela Vibraforte Indústria de Máquinas.

A produção de bloquetes também será utilizada para reposição de outros 16 mil metros quadrados do terminal. Desse total, 4 mil metros quadrados serão pavimentados com blocos produzidos com 5% de lama de bauxita, rejeito que torna o produto mais amigável ao meio ambiente.

A fábrica deve produzir cerca de 500 metros quadrados de blocos por dia e com resistência de até 50 Mpa (unidade referente a 10 kg por centímetros quadrados), capaz de suportar o trânsito de equipamentos do terminal, com até 100 toneladas. Após a conclusão do projeto de expansão e reforma do terminal, a produção será mantida para manutenção de estoque para possíveis reposições.

Com as obras de expansão, o Convicon contará com uma área de mais de 100 mil metros quadrados e área de armazéns de 7.500 metros quadrados. O terminal está localizado no Complexo Industrial e Portuário de Vila do Conde, a 96 quilômetros do centro industrial e comercial da cidade de Belém. Sua proximidade às principais rotas marítimas internacionais possibilita acesso a todos os continentes, diretamente ou através dos principais hub ports (portos concentradores) do Caribe. Conta com infraestrutura necessária para o manuseio, armazenagem, reparo e manutenção de contêineres secos e frigorificados, sendo o único da região, que dispõe de guindastes portuários sobre rodas, tipo MHC, com capacidade para 100 toneladas e operação de 25 contêineres por hora. Recentemente também inaugurou a primeira câmara frigorífica portuária do estado do Pará, para inspeção e vistoria de cargas refrigeradas. Esse investimento vai permitir um aumento nas exportações de carne pelo terminal.

Sobre a Santos Brasil
Uma das mais importantes prestadoras de serviços de infraestrutura portuária e logística do Brasil, a Santos Brasil se destaca por um crescimento contínuo baseado num modelo de gestão focado no tripé aumento de produtividade, qualidade e segurança. Listada no nível 2 de governança corporativa da Bovespa, a Companhia mantém investimentos constantes em qualificação de mão-de-obra e tecnologia. Desde que assumiu as operações do Tecon de Santos, maior terminal de contêineres da América do Sul, há quase 12 anos, já investiu cerca de R$ 2,2 bilhões, calculado a valor presente, em aquisições, expansões de suas atividades, melhorias e novos equipamentos. A empresa opera também mais dois terminais de contêineres, o Tecon Imbituba (SC) e o Convicon (PA), além de duas empresas de logística portuária e integrada: Mesquita (Santos e São Bernardo do Campo-SP) e Union Armazenagem (Imbituba-SC).


Out 30 2009

CAIXA PRÉ-APROVA CRÉDITO PARA PEQUENAS CONSTRUTORAS

Tag: Noticiasadmin @ 6:45 am

Seminários em SP convidam a participar do programa Minha Casa Minha Vida

A Caixa Econômica Federal realizou nesta manhã, na cidade de São Paulo, o evento de apresentação da Nova Política de Crédito e Pré-aprovação para empresas da construção civil. A CAIXA realizou a pré-aprovação de rating de crédito para empresas com faturamento até R$ 7 milhões por ano. O seminário teve a parceria do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon) e do Sindicato de Habitação (Secovi/SP).

Como o objetivo de atrair novas construtoras para que participem da construção de 1 milhão de moradias, do programa Minha Casa Minha Vida, a CAIXA já pré-aprovou crédito para 4.300 potenciais novos parceiros, em todo o Brasil, sendo 1.578 no estado de São Paulo. O Superintendente Regional Valter Nunes, explica que “queremos ampliar a participação de construtoras no Programa MCMV, chegando a empresas menores que ainda não estão trabalhando com a CAIXA”.

Para esclarecer essas construtoras, a CAIXA está realizando seminários onde são explicados aspectos do MCMV e os tipos de financiamento que dão suporte ao programa. Nesta quinta-feira (29), além do seminário na Capital, estão sendo realizados eventos em Bauru, Campinas, Jundiaí, Presidente Prudente, Ribeirão Preto e Vale do Paraíba. No dia 30 de outubro será na Baixada Santista. Para novembro a programação compreende São José do Rio Preto (dia 04), Rio Claro (12), São Carlos (14) e Limeira (dia15).

Para o Presidente do Sinduscon, Sergio Watanabe “a CAIXA convida e dá oportunidade aos Micros e Pequenos Empresários do setor, para aderirem e colaborarem com o Programa Minha Casa Minha Vida”.

O SECOVI/SP foi representado no evento pelo Diretor Executivo, Celso Petrucci, que disse estar muito satisfeito com a iniciativa da CAIXA.

Números da habitação na CAIXA

Brasil - Até 16 de outubro foram financiadas 619.125 moradias, no valor de R$ 32 bilhões, numa média de 14.880 moradias financiadas por semana no ano (2.976 por dia útil).

Em SP - No mesmo período, foram financiadas 173.640 moradias, no valor de R$ 8,854 bilhões, numa média de 838 moradias financiadas por dia útil no ano.

NÚMEROS DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA

Em todo o país, a CAIXA recebeu até o dia 23 deste mês, 2075 propostas de empreendimentos com 415.419 moradias. Já foram contratadas 103.377 residências, num investimento da ordem de R$ 6,63 bilhões.

Em São Paulo, o banco já recebeu 483 propostas para a construção de 92.276 moradias e contratou 21.719, no valor total de R$ 1,7 Bilhão.


Out 30 2009

Monumenta/Iphan participa da Bienal Internacional de Arquitetura

Tag: Noticiasadmin @ 6:42 am

Programa, ganha restrospecto de sua atuação em
26 cidades históricas brasileiras
O Programa Monumenta participa da 8ª Bienal Internacional de Arquitetura, que acontece em São Paulo, de 31 de outubro até 6 de dezembro. Realizada no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, o espaço vai contar com uma exposição do Monumenta, que mostra os resultados alcançados ao longo dos dez anos de atuação do Programa, que será finalizado em 2010.

O Monumenta, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, é uma ação estratégica do Ministério da Cultura, que conta com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID e apoio técnico da UNESCO. Seu conceito inovador procura conjugar recuperação e preservação do patrimônio com desenvolvimento econômico e social.

A exposição, formada por 48 painéis, apresenta uma linha do tempo recheada de fotos com os resultados dos dez anos de atuação do Programa. Entre os destaques estão as intervenções para a conservação de sítios e conjuntos históricos urbanos, e a seleção das 26 cidades beneficiadas com cerca de 900 obras programadas ou concluídas, dentre praças, orlas de rio e mar, mercados públicos, parques urbanos, campi universitários, edifícios históricos, igrejas e intervenções de significativo impacto urbano. Além disso, o Monumenta criou uma linha especial de financiamento para a recuperação de imóveis privados em núcleos históricos, que já conta com 235 imóveis restaurados, 332 obras contratadas e quase 500 propostas em análise.

A exposição também oferece uma amostra de outros projetos apoiados pelo programa. São 52 projetos para a promoção de atividades econômicas em sítios históricos, 22 para a promoção de atividades culturais, 15 roteiros turísticos, 17 iniciativas de capacitação profissional e curso para a formação de 34 mestres artífices em restauração, treinados no Centro Europeu de Veneza, na Itália. Já seu projeto editorial - com títulos focam na pesquisa, divulgação e valorização do patrimônio histórico e artístico brasileiro - tem 48 livros publicados e outros 17 programados para 2010. As publicações estarão expostas em estande próprio.

A mostra do Programa Monumenta faz um passeio pelas 26 cidades históricas beneficiadas pela iniciativa. Elas vão de cidades reconhecidas em todos os roteiros turísticos do país, como Ouro Preto e Diamantina – Minas Gerais, até outras, que eram pouco conhecidas, como Natividade, no Tocantins. Além dessas, foram contempladas: Alcântara (MA), Belém (PA), Cachoeira, Lençóis e Salvador (BA), Congonhas, Mariana e Serro (MG), Corumbá (MS), Goiás (GO), Icó (CE), Laranjeiras e São Cristóvão (SE), Manaus (AM), Oeiras (PI), Olinda e Recife (PE), Pelotas e Porto Alegre (RS), Penedo (AL), Rio de Janeiro (RJ), São Francisco do Sul (SC) e São Paulo (SP).

Exposição Programa Monumenta
8ª Bienal Internacional de Arquitetura
Pavilhão da Bienal - Av. Pedro Álvares Cabral, São Paulo - SP
Período: 31 de outubro a 6 de dezembro
Abertura: 19 horas
Entrada franca
Telefones: (11) 3259-9897


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