Fev 02 2010

Leroy Merlin lança Festival da Organização para ordenar sua casa

Tag: NoticiasAdmin3 @ 8:39 am

As pessoas em geral possuem uma vida muito agitada sem tempo para arrumar a casa do jeito que elas gostariam. São tantas atividades, a correria com a educação dos filhos, o trabalho e outras funções que a ordenação da casa acaba ficando em segundo plano. É pensando em acabar com a bagunça e ao mesmo tempo decorar a casa que a Leroy Merlin desenvolveu o Festival da Organização que começa no dia 29 de janeiro e vai até 17 de fevereiro, em todas as 19 lojas da rede. O Festival marca também a renovação do contrato com o designer Marcelo Rosenbaum e o lançamento da nova campanha publicitária 2010.

A Leroy Merlin coloca a disposição de seus clientes a maior variedade de produtos para organização do mercado. São itens para todos os cômodos da casa: pranchas de madeira e prateleiras de vidro, trilhos, suportes para diversos tipos de eletro, estantes, cubos organizadores para escritório, armário, closet e lavanderia, mesas para computador, sapateiras, gaveteiros, fruteiras, ferramentas e muito mais. Sem falar nos organizadores de barras para paredes de cozinha, que além de facilitar o dia-a-dia, deixa o ambiente mais bonito. “Esse Festival é fantástico! Nós conseguimos reunir numa mesma ação: qualidade, variedade e preço. Você ver o seu cliente querendo organizar a casa e você poder oferecer a solução ideal para ele, é maravilhoso! E com um preço assim, todo mundo vai correr para arrumar a casa!”, complementa Carla Ramos, Gerente de Marketing da rede.

As caixas organizadoras, por exemplo, vêm em diversos tamanhos, cores e materiais e com diversas funções. Você pode guardar desde álbuns de fotografias até materiais de escritório. E em ano de Copa do Mundo, nada melhor que um bom suporte de TV para garantir uma boa visão dos jogos. “Este Festival vem para confirmar a variedade de produtos que a Leroy Merlin tem para oferecer ao seu cliente. Nós temos a solução que o cliente precisa para deixar sua casa em ordem com um preço irresistível”, afirma Neusa Alves, diretora da loja da Marginal Tietê em São Paulo.

A rede também oferece ao cliente produtos exclusivos Leroy Merlin, além de novas mercadorias que a rede de home centers trouxe para 2010. Há ainda uma gama variada de produtos construir e sustentar que além de contribuir para deixar a casa mais bonita, ajudam o meio ambiente. Uma novidade é a sacola reutilizável, que o cliente pode adquirir em qualquer loja da rede: uma opção que economiza sacolas plásticas e protege nosso planeta.
Pensando em cada vez mais prestar melhores serviços de qualidade ao consumidor - DNA da empresa -, a Leroy Merlin renovou o contrato com Marcelo Rosenbaum, que montou um ambiente integrado (sala de estar e cozinha) especialmente para Leroy Merlin. Nas lojas, todos os produtos que o designer utilizou para compor o espaço, estarão sinalizados.

Durante o Festival da Organização, a rede mantém o Selo Garantia Leroy Merlin de Menor Preço, que proporciona a certeza do menor preço em todas as lojas, além de oferecer financiamento de até um ano para compras com o Cartão de Crédito Leroy Merlin. (consultar política e condições de cada loja).

Serviço:
Festival da Organização 2010 Leroy Merlin
Data: de 29 de janeiro a 17 de fevereiro de 2010
Local: lojas de São Paulo (capital, São Caetano do Sul, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Campinas), Rio de Janeiro (Bangu, Rio Barra, Rio Norte e Niterói), Minas Gerais (Contagem e Belo Horizonte), Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Paraná (Curitiba), Goiás (Goiânia) e Distrito Federal (Brasília).
Endereços das lojas e horários de funcionamento, acesse www.leroymerlin.com.br


Fev 02 2010

O DESIGN COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO CULTURAL - POR VALPÍRIO MONTEIRO

Tag: NoticiasAdmin3 @ 6:30 am

Ao falarmos de cultura, nos ocorrem conceitos que envolvem permanência, processos de manufaturas, costumes e idéias consolidados. O que muitas vezes esquecemos é que ela é mutante, é resultado de uma evolução, de mudanças para adaptar-se a situações novas, não apenas necessárias e desejáveis, mas também inevitáveis.

Mas não pode existir transformação cultural sem oposição de alguma forma à ordem estabelecida. É a novidade, o desafio, a quebra de paradigma que faz a sociedade mudar. Como Picasso permitindo-se desenhar como criança depois de dominar excepcionalmente a técnica, a palavra dada aos muros em 68 ou a capacidade de se armazenar imagens em um aparelho. Essas inovações distenderam os limites da nossa compreensão do mundo, forçando novas formas de abordagem e novos paradigmas.

Duas fontes para o “desconforto estimulante” são a arte e o design, os quais possuem diversos pontos em comum, mas diferem basicamente por terem objetivos e processos diferentes.

Arte, Design, Cultura

Assim como a arte, o design pode interferir na cultura refletindo-a e, portanto, estabelecendo e aperfeiçoando padrões, ou confrontando-a, destruindo, recriando e alterando definições. No primeiro caso, ajuda a definir o que é considerado “de bom gosto”, aceitável e desejável esteticamente. No segundo, questiona as acepções de “bom”, “ruim”, “adequado”, privilegiando a personalidade e a relevância. Qual caminho escolher depende da quantidade de significados que achamos que nosso público está pronto para aceitar e do quanto queremos agradar ou não o seu padrão estético preestabelecido. Tomando como exemplo o design editorial, algumas vezes, nos serve deixar que respiros e fontes de leitura agradável componham uma excelente obra; em outras, é melhor fazer o leitor levar mais tempo procurando por uma citação escondida em um layout sujo, se isso o ajudar a entender melhor a obra como um todo.

Em qualquer banca de revistas essa afirmação se sustenta: designers de quadrinhos adultos aprenderam há muito tempo como esconder elementos para dar-lhes destaque. Assim como no conto de Poe “A Carta Roubada”, em que um documento é escondido bem à vista do policial que o procura, sair do óbvio e mudar o foco de atenção causa mais impacto do que fontes enormes e splashes. A valorização da sutileza é o poder do sussurro, que atrai sem agredir, enaltece sem exagerar.

Seguindo por um caminho que se cruza com esse, a exposição de Jeff Koons em Versalhes, contribui para a discussão por outro viés. Nela, o suporte e a forma muitas vezes são o conteúdo. Ao trazer elementos kitsch para um ambiente que mostra arte canônica (no sentido de avalizada como cânone), realiza uma intervenção do novo no estabelecido, oferecendo assim uma desconstrução e uma ressignificação do conteúdo simbólico do lugar e do objeto.

São duas maneiras de deslocamento de sentido e de criação de novos significados pela maneira como a obra é apresentada, trazendo de volta a antiga discussão entre forma e conteúdo. Uma discussão de que um dos principais elementos do design também participa. A tipografia, por vezes, se questiona: quais são os símbolos que podem ser convencionados como letras?

Mas o que separa arte de design? O que diferencia essas manifestações? Qual é o papel de cada uma delas? Apesar de ambos usarem muitas técnicas similares, há dois pontos em que eles divergem: objetivos e processo.

Em primeiro lugar, design é utilitário. Ele cumpre uma função, com objetivos claros e atrelados às estratégias de marca, a comunicação. A arte, por sua vez, é um fim em si mesma, não tem obrigações, exceto a busca da expressão da sua subjetividade, tampouco limites, exceto os do próprio artista.

Nesse sentido, os dois se aproximam quando o design levanta para o observador as dúvidas essenciais da arte: o que estou vendo? onde estou? quem sou? Mas o papel da arte é fazer perguntas que talvez não tenham resposta. O do design é oferecer respostas que talvez levem a novas perguntas.

Além disso, há questões de processo. Um artista plástico normalmente inicia um trabalho para atingir um fim. Mas tudo o que ele quiser usar entre esses dois pontos depende apenas de sua escolha, de opções estéticas e estilísticas. O designer, por sua vez, tem um número limitado de recursos, já que muitas vezes sua criação envolve textos, fotografias e parâmetros de produção definidos, além de influência de outras pessoas envolvidas no trabalho, como clientes, colegas, superiores etc.

Branding transforma

O design por muito tempo foi considerado como projeto - expressão finalizada de um trabalho, um reflexo do contexto cultural em que está inserido. Uma vez que o conceito de branding começou a ganhar força, essa noção começou a evoluir. O design deixou de ser projeto para virar processo, algo continuamente em construção e passível de interagir com o contexto, sofrendo e exercendo influências.

No momento em que o branding surge como teoria e se consolida como prática, o design começou a se afastar ainda mais da arte por ter outra particularidade: ele é uma das ferramentas da experiência de marca. É um dos pontos de contato entre ela e o consumidor, seduzindo-o e conquistando nele um aliado.

Marcas são pontos importantes na construção da identidade do sujeito contemporâneo. Estão presentes na nossa vida em todos os momentos, e nossa relação com elas não se limita apenas a utilizarmos os produtos. E nessa relação o papel essencial do design é voltar à sutileza: ele se infiltra no nosso cotidiano, permeia o dia-a-dia, pouco a pouco mudando nossa percepção do mundo.

* Valpírio Monteiro é diretor executivo do Gad”Agency

Home-page : www.gadagency.com.br


Fev 02 2010

APRENDA A COMBATER A UMIDADE TRAZIDA PELA CHUVA

Tag: NoticiasAdmin3 @ 5:28 am

O período de chuvas intensas é motivo de preocupação para todos, do administrador público ao pequeno proprietário, pois traz conseqüências para os espaços públicos, casas e edifícios. A umidade pode fazer que paredes e outras superfícies ganhem fungos e mofos que, além da aparência desagradável, trazem prejuízos à saúde, como dores de cabeça e crises alérgicas.

O coordenador de produtos William Hamam, da Tintas Futura, dá algumas dicas para lidar com os problemas de infiltração e umidade. Segundo ele, o procedimento mais adequado consiste em, primeiro, retirar as partes mofadas com uma solução de água potável com água sanitária na mesma proporção, ou seja, misturar partes iguais.

“É muito importante limpar bem o local afetado e retirar todos os focos de mofo para que o fungo não retorne. Aguarde secagem da superfície e siga para o acabamento final. Para as infiltrações e umidade, é muito importante que estes problemas sejam solucionados com o uso de impermeabilizantes na superfície que apresenta o problema” explica Hamam.

Fachadas

Para a conservação de fachadas, o especialista da Futura também destaca que a tinta acrílica é a mais indicada, por suportar melhor a abrasão. “Na composição dessas tintas há uma quantidade maior de fungicidas e bactericidas, que evitam o surgimento de mofo”, aponta. As texturas ajudam a proteger a superfície que foi aplicada, pois a fórmula apresenta hidrorrepelência que impede que líquidos penetrem na textura.

Portões e janelas

O zarcão é o produto mais conhecido para, proteger grades, portões, janelas ou esquadrias da ferrugem. Mas, de acordo com Hamam, o fundo cinza, um produto similar e menos conhecido, chega a ser até cinco vezes mais resistente à corrosão. “No ano passado, encomendamos diversos testes de oxidação com um laboratório de Lençóis Paulistas, em São Paulo, que confirmou que o fundo cinza tem o melhor custo-benefício”, afirma Hamam.

Para maiores informações, consulte o site www.futuratintas.com.br ou ligue gratuitamente para o Disk-Futura no 0800-7732900.


Fev 02 2010

GBC BRASIL E FUPAM: CURSO SOBRE CONSTRUÇÕES SUSTENTÁVEIS TERÁ NOVA TURMA EM 2010

Tag: NoticiasAdmin3 @ 3:28 am

Projeto é voltado à capacitação para desenvolvimento de tecnologias sustentáveis para obras

Com a indústria da construção sustentável crescendo cada vez mais e com previsão de que em 2010 o segmento movimente mais de 60 milhões de dólares, o GBC Brasil e a FUPAM (Fundação para a Pesquisa Ambiental) renovam parceria o curso de extensão universitária sobre o tema: “Projetos Sustentáveis: Estratégias e Tecnologias”. As inscrições já estão abertas e as aulas começam no início de março.

O curso tem 132 horas de carga horária, divididas em 33 aulas, com objetivo principal capacitar arquitetos e engenheiros no desenvolvimento de projetos por meio do conhecimento e análise de tecnologias sustentáveis com base nos pressupostos da certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design).

Os interessados podem encontrar mais informações no site do GBC www.gbcbrasil.org.br e no portal da FUPAM www.fupam.com.br

CEPS - Projetos Sustentáveis: Estratégias e Tecnologias - 132 horas

PARTE A - Conceitos Introdutórios

- Sustentabilidade dos edifícios

- Especificidades da Certificação LEED em outros países

- Certificação voluntária energética brasileira - PROCEL - Edifica ELETROBRÁS

- Legislações ambientais brasileiras

- Normalizações utilizadas no processo de certificação: normas ASHRAE

. 90.1 - 2004

. 55.1 - 2004 62.1 - 2004

- ONGs ambientais norte-americanas e brasileiras

PARTE B - Conceitos comuns

Critérios comuns das categorias LEED - NC (New Construction); LEED - ND - Brasil e LEED - CS (Core and Shall) e LEED - EB (Existing Buildings)

PARTE C - Conceitos Específicos

Critérios específicos das categorias LEED - NC (New Construction); LEED - ND - Brasil e LEED - CS (Core and Shall) e LEED - EB (Existing Buildings)

PARTE D - Ferramentas Computacionais

- EnergyPlus

PARTE E - Estudos de Caso

- Apresentação de casos de edifícios certificados no Brasil e no mundo, tecnologias envolvidas e os custos associados com a introdução destas tecnologias.


Fev 02 2010

Sustentabilidade: impermeabilizar para preservar

Tag: NoticiasAdmin3 @ 2:34 am

Por Adilson Munin*

Sustentabilidade: tema que atinge neste momento uma fase onde o assunto deixa ser um modismo ou simplesmente explorado comercialmente e passa a fazer parte de um cenário onde a preocupação com segurança, meio ambiente, conforto e, principalmente longevidade, se torna tão importante quanto o tamanho, a localização, e o valor de um determinado empreendimento.
Como toda mudança gera desconfiança e apreensão, não será diferente neste caso. Porém, se voltarmos um pouco na história, veremos que ocorreram mudanças em diversos setores, produtos, normas e legislações, que acarretaram quebra de paradigmas e conceitos e que hoje fazem parte do cotidiano de cada um de nós e não mais conseguimos conviver sem eles.
É o caso da tão conhecida ISO 9000, que causou semelhante apreensão inicialmente e apostas em seu desuso, mas que hoje em dia, aplicada de forma correta, tem se tornado uma excelente ferramenta para manutenção da qualidade, bem como para melhoria contínua de produtos, processos e serviços.
Entende-se por sustentabilidade aquilo que supre as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades (Nosso Futuro Comum, Editora FGV). Sendo assim quando pensamos em sustentabilidade na impermeabilização, certamente estaremos pensando não somente na garantia do conforto e estanqueidade da obra, mas também no impacto ambiental causado pela aplicação de determinado produto, na longevidade do mesmo após aplicado, na preservação da estrutura como um todo e também na destinação final do mesmo quando da necessidade de sua remoção.
Dessa forma, devemos assumir uma responsabilidade que vai além simplesmente da garantia da estanqueidade, mas da responsabilidade sobre o ciclo completo de vida do produto. Como disse Philip Kotler, professor de Marketing Internacional da Kellog School of Management na Northwestern University-USA, “os consumidores julgarão, cada vez mais as companhias por seu desempenho com respeito ao uso sábio e eficiente dos materiais e dos processos de produção”.
A equação é clara, a maioria das empresas ainda não despertou ou não sabe como trabalhar essa nova exigência do mercado consumidor, especialmente no Brasil onde 92% da população se diz preocupada com as consequências das mudanças climáticas.
De um lado, consumidores exigentes e preocupados com as mudanças climáticas do planeta. Do outro, empresas buscando inovação, resultados positivos e novos mercados. Mas, na questão da impermeabilização, qual a preocupação que as indústrias, construtoras, engenheiros e aplicadores devem ter em relação aos produtos e serviços relacionados com a preservação das estruturas contra a infiltração e vazamentos no aspecto da sustentabilidade?

1.    Reconhecer a necessidade de mudanças, quebra de paradigmas e conceitos pré-estabelecidos em relação ao assunto.
2.    Canalizar recursos para pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias visando a melhoria de produtos e processos para o atendimento das novas solicitações.
3.    Estabelecer um planejamento a curto, médio e a longo prazo com o objetivo de envolver todo o ciclo de vida do produto.
4.    Avaliar as possibilidades para uma maior utilização de insumos reciclados e recicláveis.
5.    Diminuir a produção de itens à base de solventes, preferindo os produtos à base d’água, alto sólidos e até mesmo os híbridos.
6.    Aperfeiçoar as tecnologias para utilização dos produtos pré-fabricados ou pré-moldados com o objetivo de viabilizar a sua utilização de forma mais ampla.
7.    Buscar por fornecedores cada vez mais próximos às instalações industriais.
8.    Dar preferência às especificações voltadas à sustentabilidade.
9.    A rotulagem dos produtos deve conter todas as informações necessárias com relação ao produto, isto é, o consumidor deve ser informado e ter a possibilidade de escolha pelo melhor produto.
10.    Implementar a ecoeficiência como paradigma de atuação.

Os produtos destinados à impermeabilização em sua grande maioria são derivados de fontes oriundas do petróleo, como o asfalto, solventes, polímeros e aditivos e também de recursos esgotáveis como água e madeira e, certamente, estes mesmos produtos ainda serão por muito tempo produzidos através destas fontes. No entanto, cabe à indústria e ao formulador a consciência na utilização destes recursos através do aperfeiçoamento de tecnologias visando cada vez mais a diminuição da agressão à natureza e ao próprio ser humano.
Outro aspecto de igual importância e preocupação está na redução das emissões dos compostos orgânicos voláteis (COV), pois tais emissões são responsáveis de forma direta pela agressão à camada de ozônio. Podemos dizer que o setor de impermeabilização já possui uma vantagem com relação ao tema sustentabilidade, pois numa simples reflexão concluímos que a impermeabilização é proteção e, proteção contra degradação, portanto, a sustentabilidade já é uma característica inerente do processo, embora talvez ainda não tenhamos parado para pensar sobre este ponto de vista.
Neste aspecto sentimos que estamos um passo à frente de muitos segmentos, porém, ainda nos falta uma longa jornada para que um dia possamos olhar para um determinado produto e conhecer todo o seu ciclo de vida, podendo até prever o seu reúso ou reciclagem, motivo pelo qual o empenho, dedicação e sentimento de preservação do meio ambiente devem nos impulsionar a alcançar estes objetivos para que o setor possa colaborar na melhora da qualidade de vida em nosso planeta.

Adilson Munin é Técnico responsável pelo setor de Pesquisa e Desenvolvimento na Unidade de Asfaltos da Viapol, especializada em soluções para a impermeabilização e proteção das obras da construção civil.


Fev 02 2010

WALLCOVERING NA BRETON ACTUAL

Tag: NoticiasAdmin3 @ 2:32 am

A Breton Actual repaginou a loja no shopping Lar Center e com isso, acaba de trazer como novidade uma coleção de tecidos da Wallcovering, grife referência em sofisticação de tecidos e pápéis de parede.

Revestimentos de móveis e paredes estampados, lisos e sedas além de estarem à venda, estão expostos na própria ambientação da loja no segundo andar.

WALLCOVERING

www.wallcovering.com.br

BRETON ACTUAL

www.breton.com.br